Com um misto de alegria e emoção, a Elo Organização de Apoio à Adoção e Assistência Social celebra uma grande conquista: poderá, em breve, adquirir sua sede própria em Gravataí. A realização deste sonho será possível graças ao recurso obtido em um edital lançado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), que contemplou 14 entidades gaúchas por meio do Fundo para Reconstituição de Bens Lesados (FRBL). A instituição receberá R$ 700 mil.
O programa do MPRS tem o objetivo de direcionar recursos de ilícitos para o bem-estar coletivo e teve centenas de inscritos nesse processo. “O recurso possibilitará que a ONG adquira, finalmente, uma sede própria, marcando um ponto de virada para a sustentabilidade de seu trabalho e permitindo a imediata ampliação dos serviços voltados a crianças, adolescentes e famílias da região”, comemora o presidente da Elo, Peterson Rodrigues.
“A conquista da sede própria é estratégica. Ela garante um ponto de referência estável e elimina custos com aluguel, permitindo que mais recursos sejam direcionados para as atividades-fim da instituição e que o atendimento ganhe maior autonomia e capacidade de expansão”, completa o presidente.
Trabalho da instituição
A Elo atua há anos na luta pelo direito fundamental à convivência familiar e comunitária. A organização se especializa em oferecer suporte abrangente a todos os envolvidos no processo de acolhimento e adoção, promovendo a consolidação de vínculos familiares seguros e saudáveis.
Peterson destaca os principais eixos de atuação da entidade:
– Preparação e pós-adoção: Oferece acompanhamento psicossocial e grupos de apoio para famílias em processo de habilitação e, de forma crucial, após a chegada da criança ou adolescente, ajudando a prevenir o fracasso da convivência.
– Apadrinhamento afetivo: Promove a capacitação de padrinhos e madrinhas afetivas para criar laços com crianças e adolescentes em serviços de acolhimento que não têm perspectiva imediata de adoção.
– Assistência social: Mantém atendimento direto e grupos reflexivos, fortalecendo a rede de apoio a crianças, adolescentes e famílias em situação de vulnerabilidade na Região Metropolitana.
Foto: Divulgação/Elo Adoção














