A Casa dos Açores do Estado do Rio Grande do Sul (Caergs) conta com dois grupos folclóricos, que atuam em prol da preservação, valorização e divulgação das tradições açorianas e gaúchas. O Rancho Folclórico é responsável por apresentar a cultura do arquipélago português, cujos imigrantes também tiveram papel fundamental na formação de Gravataí. Já o Departamento de Cultura Gaúcha Província do Quero-Quero exalta a identidade sul-rio-grandense. Ambos estão com vagas abertas para novos integrantes.
Dançarinos, cantores e músicos são bem-vindos, inclusive sem experiência prévia. “O convite é destinado a crianças, jovens e adultos que desejam dançar, cantar, tocar um instrumento ou simplesmente vivenciar as tradições açorianas e gaúchas. É necessário apenas interesse, comprometimento e vontade de aprender”, afirma a presidente da Caergs, Viviane Hunter.
Tanto os membros do DCG Província do Quero-Quero como do Rancho Folclórico participam de apresentações pelo Brasil e exterior. Os espetáculos são enriquecidos pelo Grupo Musical – formado por músicos que executam ao vivo o repertório tradicional utilizando gaita, violino, viola e violão. Muitas vezes, eles representam a cidade, estado ou país em festivais internacionais de folclore.
Os interessados em ingressar em um dos grupos e, assim, contribuir com um trabalho dedicado à preservação do patrimônio cultural, devem comparecer aos ensaios, que acontecem todas as terças-feiras, às 20h30, na Albimar, localizada na Rua Barbosa Filho, 1131, bairro Castelo Branco.


Os grupos
O DCG Província do Quero-Quero foi fundado em 29 de junho de 1984. Ao longo de sua trajetória, já participou de mais de 80 festivais internacionais de folclore, representando o Brasil em países como Argentina, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, Peru, Portugal, Sérvia e Uruguai, além de realizar apresentações em diversos estados brasileiros.
O Rancho Folclórico da Caergs foi criado em 23 de julho de 1992. Nas apresentações, mantém vivas as danças tradicionais, os trajes típicos, as músicas e os costumes herdados dos imigrantes açorianos, contribuindo para a valorização de um legado cultural que permanece presente na identidade do Rio Grande do Sul.
Fotos: Divulgação













