
Em assembleias realizadas pelo país na noite desta segunda-feira (17/8), os funcionários da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) decidiram entrar de greve por tempo indeterminado. A estatal tem cerca de 100 mil trabalhadores por todo o país. Além de não terem chegado a um acordo com a empresa em termos salariais, os sindicatos querem marcar posição contra os planos do governo federal de privatizar a empresa.
A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (FENTECT) informou que tenta, desde o início de julho, dialogar com a direção dos Correios, mas sem sucesso.
”A categoria foi surpreendida desde o dia 1º de agosto com a revogação do atual Acordo Coletivo que estaria em vigência até 2021. Foram retiradas 70 cláusulas com direitos como 30% do adicional de risco, vale alimentação, licença maternidade de 180 dias, auxílio creche, indenização de morte, auxílio para filhos com necessidades especiais, em uma atitude desumana impedindo tratamentos diferenciados e que garantem melhor qualidade de vida, pagamento de adicional noturno e horas extras.”, informou a Fentect no comunicado.













