
Ao todo, 17 deputados gaúchos da Câmara Federal votaram, ainda no mês de junho, a favor do projeto de perdão de dívidas tributárias de igreja, proposto pelo deputado David Soares (DEM-SP), filho do missionário R. R. Soares, proprietário de uma das igrejas a serem beneficiadas com o projeto.
A proposta foi aprovada com 345 votos e seguiu até a mesa do presidente Jair Bolsonaro, que poderá sancionar ou vetar, o que pode ocorrer ainda nesta sexta-feira (11). Somando as dívidas a serem perdoadas, o valor chega a R$ 1 bilhão de reais. Outros 12 deputados da bancada gaúcha votaram contra e dois abstiveram os votos.

A favor:
Afonso Hamm (PP)
Alceu Moreira (MDB)
Bibo Nunes (PSL)
Giovani Cherini (PL)
Giovani Feltes (MDB)
Jerônimo Goergen (PP)
Liziane Bayer (PSB)
Lucas Redecker (PSDB)
Marcelo Brum (PSL)
Marcelo Moraes (PTB)
Márcio Biolchi (MDB)
Maurício Dziedricki (PTB)
Nereu Crispim (PSL)
Osmar Terra (MDB)
Pedro Westphalen (PP)
Sanderson (PSL)
Santini (PTB)
Contra:
Afonso Motta (PDT)
Bohn Gass (PT)
Daniel Trzeciak (PSDB)
Danrlei (PSD)
Fernanda Melchionna (PSOL)
Henrique Fontana (PT)
Maria do Rosário (PT)
Marcel van Hattem (Novo)
Marcon (PT)
Marlon Santos (PDT)
Paulo Pimenta (PT)
Pompeo de Mattos (PDT)
Não votaram:
Carlos Gomes (Republicanos)
Heitor Schuch (PSB)
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, hoje as igrejas têm ao todo R$ 1,5 bilhão em débitos inscritos na Dívida Ativa. O perdão, no entanto, valeria apenas para as autuações sobre não pagamento de CSLL e contribuição previdenciária.













