Quem visitar o Rodeio Internacional do Mercosul até este domingo (6), em Gravataí, além de aproveitar uma programação intensa de provas, shows e bailes, também poderá percorrer os 700 metros quadrados de área dedicada ao comércio. Mais de 70 empresas ocupam o local no Parque Municipal Valecy Cabeleira Bitelo. Entre elas, estão muitos negócios do município. Um deles é da família de Enio Batista da Silveira, de 60 anos. Pela primeira vez ele, a filha e a nora expõem no rodeio. Cada um, o seu próprio negócio.
Conhecido por expor em feiras da cidade, Silveira é o proprietário da Antiguidades do Goiaba, onde comercializa, segundo ele, tudo o que tem história. “Trouxe antiguidades, como panelas de ferro, relhos, barrigueira de cavalo, mateira antiga, moedor de carne, gamela antiga e lampião”, elenca. O gosto dele por participar de bricks, fez com que Mariane Silveira, sua filha, transformasse um hobby em negócio e criasse a MP Ateliê. “Desde pequena gosto de artesanato e sempre fui incentivada pela minha mãe. Assim comecei a produzir artigos variados”, explica. Para o rodeio, Mariane levou, em média, 350 produtos, como porta chaves em madeira reutilizadas, latas porta erva, tapetes em crochê, necessaire, bolsas de tecido e chaveiros em missanga.
Também da família, Taís Costa, divide o espaço no rodeio com o sogro e a cunhada para apresentar a Eu Amo Mate. A marca oferece artigos para deixar o chimarrão mais personalizado. “Trabalho com biscuit, choker de cuia, pingente de bomba, mateiras, ervas, capa para térmica, porta ervas, cuias, bombas e térmicas”, afirmou. Também expondo no rodeio pela primeira vez, Taís conta que levou para o evento cerca de 250 itens. “Sempre amei o mate e como as tradições mudam, investi no negócio de acessórios e customização para o chimarrão. Cada um gosta de matear de um jeito diferente e isso permite atender a todas as pessoas”, concluiu.
Foto: Priscila Milan / Giro de Gravataí














