Era de uma residência no bairro Auxiliadora, na área central de Gravataí que um homem de 23 anos, preso na tarde desta última quinta-feira (12), era o responsável pela produção, armazenagem e comercialização de drogas sintéticas, que mais tarde, chegariam à festas eletrônicas em Gravataí e demais cidades da Região Metropolitana.
Agentes da 2ª Delegacia de Polícia (DP) de Gravataí descobriram o laboratório após um mês de investigação e identificaram no local a produção de ecstasy. A droga era vendida para outros traficantes, que revendiam o produto.

Conforme o delegado Guilherme Calderipe, os policiais encontraram no local equipamentos utilizados para a produção, como prensa hidráulica, liquidificador e formas, além de insumos como cafeína e até lactose. Mais de um quilo de ecstasy em pó, pronto para ser prensado em comprimidos, foi apreendido, o que renderia mais de duas mil unidades para venda.
Estima-se que o homem lucraria cerca de R$ 60 mil reais apenas com os comprimidos que seriam fabricados no dia da apreensão. Preso, o jovem confessou que fazia a produção e que a droga era revendida em festas raves.














