Engajado em causas ambientais, o Coletivo Mato do Júlio lançou esta semana a série “Conhecer para Preservar”, com a proposta de apresentar áreas verdes localizadas na Região Metropolitana. Além de levar informações sobre os locais ao público, através de vídeos no Instagram, o objetivo é incentivar a preservação ambiental e participação das comunidades na defesa desses espaços. O primeiro post do projeto foi feito na terça-feira (7/1) e mostra o Morro Itacolomi, em Gravataí – para assistir, clique aqui.
Segundo o fotógrafo Alan da Costa, um dos produtores da série, a equipe idealizou o trabalho com o intuito de dar visibilidade a pontos que a maioria da população sabe que existe, porém não teve a oportunidade de visitar. “O Itacolomi, por exemplo, faz parte da paisagem de Gravataí e inclusive está presente na bandeira da cidade, mas muitos moradores nunca tiveram a chance de desfrutar da vista mais bonita do município”, frisa.
O integrante do coletivo explica que, dependendo do local, poderão ser realizadas visitações. Este será o caso do morro. É planejada para fevereiro uma trilha guiada até a “Pedra do Cachorrinho”, no Itacolomi. Com repercussão superpositiva, o primeiro vídeo é uma amostra do projeto, que a partir da utilização de um drone, oportunizará ao espectador ter “uma noção da grandiosidade e exuberância das áreas de mata da região”.
Conforme Alan, o grupo já definiu dez destinos para as gravações. A reportagem não trará spoiler sobre o roteiro completo já previsto, mas o Coletivo Mato do Júlio antecipa um pouquinho do que está por vir: “Durante a série, a gente pretende explorar pontos de natureza que parecem cenas de filmes, pouco frequentados em Gravataí, lugares quase secretos em Glorinha, a trilha mais difícil em Riozinho, além do morro onde se consagram os melhores pilotos de asa delta do estado. Dois destinos nada comuns que a gente já está ansioso para gravar são a Cascata do Quebra Cabo e a maior figueira do Rio Grande do Sul”, revela o fotógrafo.
O plano da equipe é publicar de dois a três vídeos por mês. “Nesse primeiro momento, a área de abrangência vai ser a Região Metropolitana de Porto Alegre, mas no futuro pretendemos chegar à Serra e Litoral”, destaca o voluntário.
Para acompanhar a série e demais ações do coletivo, siga o @matodojulio no Instagram.
Fotos: Alan da Costa/Coletivo Mato do Júlio















