
Há 61 dias, a família de Alcioni Amauri Souto Aguiar busca respostas sobre o que aconteceu com o idoso. Com princípio de Alzheimer, ele saiu de casa no dia 31 de julho e não foi mais visto com vida. No dia 11 de agosto, pescadores encontraram um corpo boiando em um lago na Avenida Frederico Augusto Ritter, em Cachoeirinha e acionaram a Brigada Militar. Quase dois meses depois, as digitais identificaram que era Alcioni.
Mesmo com o encontro do cadáver, a família ainda não tem respostas sobre o que aconteceu com o idoso. A perícia constatou que o corpo não apresentava sinais de violência, perfurações e estava em estado avançado de decomposição, que possivelmente estava boiando há quatro dias, quando foi encontrado. A 2ª Delegacia de Cachoeirinha investiga o caso e aguarda o resultado da necropsia para descobrir a causa da morte.
As buscas poderiam ter sido abreviadas, não fosse pelo estado de decomposição avançado do corpo. No dia 25, os familiares estiveram no IML, mas o corpo do idoso já estava muito diferente impedindo que fosse reconhecido, motivo pelo qual só pôde ser identificado com as digitais.















