O lema “garra pelas tradições do Rio Grande” não poderia ser mais emblemático na história do CTG Querência do Mate Amargo, de Gravataí. A entidade tradicionalista teve vários percalços ao longo da jornada que a levaram a interromper as atividades. Mas o amor à cultura gaúcha é forte e sempre motiva o recomeço. Atualmente, a instituição está em processo de reativação, após uma pausa de aproximadamente 20 anos.
No último domingo (28/6), o Querência do Mate Amargo comemorou 51 anos com uma confraternização na Capela Santa Isabel, no bairro Castelo Branco. A celebração também foi marcada pela posse da nova patronagem, composta em grande parte por moradores que integraram o grupo na infância. Cristiano de Jesus Oliveira da Silva é o atual patrão.
Com um site e presente nas redes sociais, o CTG está aberto a novos associados. O objetivo é retomar um trabalho que começou em 1975 por iniciativa das professoras Elisa e Eloisa Maria Panta de Oliveira (in memoriam). As gêmeas criaram a primeira invernada mirim naquela época, na então Escola Rural de Caveira, com a meta de despertar o interesse dos alunos pelas tradições do estado, bem como proporcionar desenvolvimento e aprendizados por meio da arte.
Após um período de pausa, o Querência do Mate Amargo reiniciou as atividades na década de 1990, por intermédio da Associação de Alunos e Ex-alunos da Escola Estadual Salvador Canellas Sobrinho. Em 2005, no entanto, uma série de prejuízos patrimoniais ocasionou o fechamento do galpão. Este ano é marcado pelo início de uma nova fase do CTG. Em março, uma homenagem foi prestada a Elisa Panta de Oliveira em agradecimento por sua contribuição cultural e social.
Para conhecer melhor a instituição, acesse o portal neste link ou o Instagram @ctgquerenciadomateamargo.
Foto: Divulgação















