Morador do Loteamento Breno Garcia, em Gravataí, o pedreiro Vagner Mello está fazendo tudo o que um pai faria pelo conforto e bem-estar do seu filho. Mesmo assim, a situação é complicada e preocupante para a família. Kayke Mello, de seis anos, filho dele e Susan Natiele, está hospitalizado há cerca de um ano e meio, porém ainda não se sabe o que criança tem. Os médicos investigam o quadro, mas apesar de muitas consultas e exames não se obteve um diagnóstico conclusivo até o momento.
“Meu filho era uma criança normal. Caminhava, falava, brincava, fazia tudo o que uma criança poderia fazer”, conta o pai, explicando que em fevereiro de 2024, o menino foi internado no Hospital Padre Jeremias, em Cachoeirinha, com sintomas de dengue. Após liberação, voltou para casa, no entanto, Kayke sentia muitas dores, o que deu início a uma saga em unidades de saúde. A família retornou ao hospital, buscou atendimento numa Unidade de Pronto Atendimento 24h (UPA) e foi encaminhada ao Hospital Dom João Becker.

Remédios foram indicados para o garotinho, contudo não surtiam o efeito esperado. A situação foi piorando gradativamente: Kayke ficou desnutrido, teve cinco paradas cardíacas, perdeu os movimentos do pescoço para baixo e passou a precisar de respirador em tempo integral. Atualmente, está internado no Hospital de Clínicas de Porto Alegre. “Até agora não sabemos o que o Kayke tem. E o quadro vai agravando cada dia mais. Minha agonia, como pai, é saber o que o meu filho tem o quanto antes”, desabafa Vagner, que tem outros três filhos (Kalyandra, Yarlon e Kayron).
Segundo o pai, a medida mais recente da equipe médica foi solicitar o sequenciamento do exoma com pesquisa de CNVs e análise de DNA mitocondrial, que é um exame genético. O valor do exame, porém, é muito alto (mais de R$ 10 mil), e a família não tem recursos para pagá-lo. Por essa razão, uma mobilização acontece em Gravataí e por meio das redes sociais para angariar fundos que viabilizem a realização do teste.

Vagner destaca que em abril do no ano passado, o filho fez a coleta de exoma de forma gratuita, mas o exame foi encaminhado à Espanha, o que ocasiona grande demora para o retorno. “Ele precisa fazer este pago para saber qual a doença e ter tempo para tratá-la”, frisa, reforçando que a cada dia, o quadro fica mais grave. Para ajudar Kayke a realizar o exame, você pode doar qualquer valor pelo Pix ajudaprokayke@gmail.com. A família também pede orações pela saúde da criança. No Instagram @vagnerluizmega, é possível acompanhar um pouco mais da história do garotinho hospitalizado.

Fotos: Arquivo Pessoal














