
Ameaça de paralisação geral da produção da General Motors (GM) em Gravataí já não existe. A medida era analisada por trabalhadores ligados ao Sindicato dos Metalúrgicos de Gravataí que apontavam um descumprimento de contrato por parte da montadora. A medida também afetaria trabalhadores das sistemistas.
Entre as principais reivindicações estava a oposição a um corte de 25% no Programa de Participação nos Resultados, o PPR, conquistado anualmente pelos funcionários da planta de Gravataí, considerada a mais produtiva do mundo para a GM.
Nesta sexta-feira (15) o presidente do Sindicato, Valcir Ascari, confirmou que uma negociação com a direção da GM garantiu o cumprimento integral do acordo, proposto ainda em 2019 durante as paralisações por conta da pandemia. Segundo Ascari, o valor ficou estipulado em R$ 14.850 para a GM e R$ 8.135,86 para as sistemistas.














