O projeto “A Saga de Gravatahy” é um sucesso e se destaca também no país. A iniciativa lançou neste início de semana o primeiro livro de RPG em Braile do Brasil disponibilizado gratuitamente – Role-Playing Games é o gênero no qual os jogadores assumem o papel de personagens em um mundo fictício e constroem narrativas de forma colaborativa. A obra é mais uma das ações da iniciativa desenvolvida pelo professor universitário, pesquisador e proprietário do Pytanga Estúdio, João Ricardo Bittencourt, com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, via edital público da Prefeitura de Gravataí.


“A Saga de Gravatahy” é inspirada na história e mitologia da cidade, trazendo uma Aldeia dos Anjos “cercada por florestas mágicas, morros sagrados e um rio que guarda segredos antigos”, além de “personagens que lutam por sua terra, seu povo e seu futuro”, como descreve o idealizador. Até então já havia sido lançado um livro digital e promovidas oficinas com a comunidade. Recentemente, também foi disponibilizada a primeira edição dos Contos de Gravatahy. Conforme João Ricardo, são quatro histórias de literatura fantástica que visam inspirar os leitores a criarem novas narrativas.
Todos os materiais podem ser acessados no portal do projeto (clique aqui para se direcionar ao site), no qual há um guia para auxiliar professores a trabalharem o RPG em sala de aula.
Versão em Braile
O livro em Braile foi produzido em parceria com a Associação das Pessoas com Deficiência Visual e Amigos de Gravataí (ADVA), sob a liderança de Patrícia Lisboa e Gilmar Scheibner. É possível fazer o download no site do projeto “A Saga de Gravatahy” e imprimir.
Para os que não dispõem do equipamento, a ADVA presta o serviço de impressão e envia as publicações para todo o país. Para informações sobre o serviço, entre em contato pelo e-mail advagravatai2018@gmail.com ou WhatsApp (51) 98543-9926.
Oportunizar acessibilidade nas atividades do projeto é uma das metas de João Ricardo, que é autista e tem Altas Habilidades e Superdotação (AHSD), além ser pai de quatro crianças neurodivergentes.

Fotos: Divulgação















