
A Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Gravataí já ouve testemunhas para elucidar o segundo assassinato brutal na zona rural de Gravataí em menos de uma semana. Enquanto uma equipe apura a morte do empresário Joaquim Azevedo de Souza, na Morungava, outra equipe de policiais tenta entender a dinâmica empregada no ataque que vitimou o caseiro de um sítio na Costa do Ipiranga.
O caso ainda é truncado para os investigadores, já que nem mesmo o proprietário do sítio conhecia bem o caseiro, que há cerca de dois meses, residia no local. A identidade da vítima, que a princípio se trata de um uruguaio, é também um desafio, já que ele não portava nenhum documento de identificação.

Além disso, a brutalidade do crime chamou a atenção dos policiais. A vítima apresentava pelo menos três profundos cortes na região do pescoço. Por fim, a falta de câmeras de segurança na região somasse às dificuldades da polícia, tornando o caso ainda mais misterioso.
Conforme o responsável pela investigação, delegado Eduardo do Amaral, testemunhas começam a ser ouvidas para ajudar na elucidação. “O proprietário do imóvel será a primeira testemunha a ser interrogada. Ele disse que havia saído e quando retornou ao local encontrou o caseiro morto. Temos alguns indícios e queremos saber se havia mais pessoas na residência, em companhia da vítima”, destacou Amaral.
No interior da casa os policiais também localizaram bebidas alcoólicas. A informação de que uma festa ocorrida no local também é apurada. A principal linha de investigação é o crime de homicídio. A polícia pede ajuda da comunidade com informações que possam levar a autoria do crime. A Delegacia de Homicídios de Gravataí recebe denúncias anônimas pelos telefones (51) 39452741 ou WhatsApp (51) 986088876. A Polícia Civil garante total sigilo dos denunciantes.
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