A AXIA Energia prevê investimentos de R$ 6,09 bilhões até 2030 em um amplo programa de reforços e modernização de ativos de transmissão de energia em todo o país. O plano, aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), contempla melhorias em 124 subestações nas cinco regiões brasileiras e inclui Gravataí entre os municípios contemplados no Rio Grande do Sul.
Segundo a companhia, aprimoramentos estão sendo realizados nas estações 1 e 2 da cidade dentro do pacote de melhorias previsto entre este ano e 2027. O montante destinado ao Estado supera R$ 100 milhões e contempla ainda intervenções em Santo Ângelo e Caxias do Sul.
Gravataí já vinha concentrando investimentos estratégicos da companhia. Em 2025, a empresa anunciou aporte de R$ 228,1 milhões para a ampliação da Subestação Gravataí, considerada uma das principais estruturas de abastecimento energético da Região Metropolitana. O projeto, iniciado ainda quando a companhia operava sob a marca Eletrobras/Eletrosul, envolve a modernização de equipamentos de grande porte por meio da chamada “Ampliação K”, executada em seis etapas. A conclusão das obras está prevista para dezembro. Segundo a empresa, o empreendimento deverá gerar incremento de R$ 36,5 milhões na Receita Anual Permitida (RAP).
O programa nacional reúne obras já concluídas, projetos em execução e novos empreendimentos previstos para os próximos anos, com foco em ampliar a confiabilidade operacional dos ativos e reforçar a segurança do Sistema Interligado Nacional (SIN).
“A AXIA Energia tem o compromisso de entregar projetos com excelência que promovam eficiência e continuem contribuindo para o aumento da nossa matriz energética renovável. Seguimos dedicados à constante renovação dos ativos, tornando a infraestrutura elétrica mais inteligente, inovadora e capaz de impulsionar novas oportunidades”, afirmou o vice-presidente de Engenharia de Expansão da empresa, Robson Campos.
O plano nacional da companhia envolve investimentos em diferentes regiões do país, incluindo substituição de transformadores, ampliação de capacidade energética e reforços estruturais em linhas de transmissão e subestações consideradas estratégicas para o sistema elétrico brasileiro.














